Ponto-extra: o adicional é quase tão lucrativo quanto o principal
Essas declarações são a continuação da grande confusão criada pela Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, que criou regras mais enérgicas para a prestação de serviço de TV por assinatura, mas pecou feio ao tentar criar regras para o ponto-extra. Proibiu a cobrança do ponto extra, mas permitiu a cobrança da manutenção do ponto-extra. Uma maluquice sem tamanho! Com essas regras, o consumidor pode até fazer um ponto-extra por sua conta, mas deverá pagar uma taxa referente a manutenção desse ponto. Sinistro…
Porém, uma das coisas que muito chama atenção nessa polêmica é a clareza e a determinação com que as empresas afirmam que não há viabilidade econômica do ponto-extra gratuito. Então, ficam no ar as perguntas: o ponto extra é realmente oneroso, devendo, por isso, ser pago pelo consumidor, ou é realmente lucrativo, devendo, por isso, ser cobrado pela empresa?
Por enquanto, pelos elementos que já foram apresentados e pela falta de comprovação de que o ponto-extra têm custos, as respostas são “não” e “sim”.
Veja também: “Anatel trocou seis por meia dúzia” e “Norma confusa provoca suspensão da cobrança do ponto-extra“.




